Jovens membros da Ordem de Malta ajudam sem

Todos os sábados, voluntários da Ordem Soberana Militar de Malta se reúnem perto da Praça de São Pedro para fornecer alimentos e cuidados a sem-teto.

Ação Solidária da Ordem de Malta

No dia 13 de outubro de 2026, um grupo de jovens da Ordem de Malta se reuniu para ajudar os sem-teto nas proximidades da praça de São Pedro, em Roma. Esta ação é uma resposta ao apelo do papa Leão XIV, que incentivou todos a “não baixarmos a guarda em relação à pobreza”. Os jovens, que variam entre 20 e 30 anos, dedicam uma noite da semana para fornecer alimentos a aqueles que necessitam.

As atividades ocorrem todas as terças-feiras, quando cerca de 10 a 15 jovens se juntam na piazza della Città Leonina. Após uma breve oração, eles partem para a piazza della Conciliazione, onde oferecem caldo, café, frutas e lanches aos sem-teto. O trabalho é feito com colaboradores que doam alimentos a serem distribuídos, buscando sempre um contato amigável e atenção às necessidades dos beneficiários.

Importância do Serviço aos Pobres

Luigi Salvaggi, líder do grupo de jovens da Ordem de Malta, ressalta que o serviço é um “dever moral, mas profundamente concreto”, fundamental tanto para a vida deles como crentes quanto para o bem-estar da sociedade. Ele afirma que a fé e a oração são essenciais para que eles se coloquem em segundo plano, priorizando o amor por aqueles que estão em situações vulneráveis.

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Esse serviço não se resume apenas a uma entrega de comida, mas é também uma oportunidade para um encontro humano. Os jovens entendem que seu trabalho de caridade possui uma vocação religiosa forte, refletindo a ligação entre a oração e ação. Salvaggi enfatiza que o objetivo do grupo é comunicar o espírito da ordem e fazer com que mais pessoas compreendam as razões profundas que fundamentam essa ação de amor ao próximo.

A Ordem Soberana Militar de Malta, uma das mais antigas instituições da civilização ocidental, tem raízes que datam de 1113. Desde sua fundação, a ordem se dedica a servir pessoas carentes, independentemente de suas crenças religiosas. Está ativa em 130 países, cuidando não apenas das necessidades físicas, mas promovendo a dignidade humana através de trabalhos sociais e humanitários.

Após cada atividade, o sentimento que permeia o grupo é de que, com sua ajuda aos pobres, está se cumprindo uma missão que vai além da beneficência, encontrando no rosto do outro um reflexo do próprio Cristo. Para o grupo, basta ser sincero e agir, porque acreditam na importância de seu fazer.